Um ingrediente simples que está em cozinhas pelo mundo há décadas
O óleo de coco passou de produto exótico a presença constante em muitas despensas. E por boas razões: é estável à temperatura ambiente, aguenta bem o calor da cozinha e tem um perfil de gorduras diferente daquele a que estamos habituados na Europa.
Neste artigo dizemos-lhe o que efectivamente sabemos sobre o óleo de coco — sem promessas exageradas — e como se enquadra numa alimentação equilibrada.
Que tipo de gordura é
O óleo de coco é constituído maioritariamente por gorduras saturadas. A palavra "saturada" costuma soar a alarme, mas convém matizar: nem todas as gorduras saturadas são iguais.
A particularidade do óleo de coco é que uma boa parte das suas gorduras são triglicéridos de cadeia média, conhecidos pela sigla inglesa MCT (medium chain triglycerides). São ácidos gordos mais curtos do que os típicos da manteiga ou do azeite, e pela sua dimensão o corpo processa-os de forma um pouco diferente da maior parte das outras gorduras.
Isto não é uma promessa de saúde — é química básica do produto. O interesse pelo óleo de coco em cozinha e em suplementos vem em grande medida dessa composição particular.
Como escolher um bom óleo de coco
Se for comprar óleo de coco — para a cozinha ou como ingrediente — vale a pena reparar nestes detalhes:
- Biológico, sem pesticidas.
- Virgem ou extra virgem, idealmente prensado a frio (preserva melhor o aroma).
- Sem solventes químicos no processo.
- Sem corantes, sem conservantes, sem sabores adicionados.
Um bom óleo de coco não precisa de refrigeração — o que o torna um ingrediente prático. A temperaturas frias solidifica, a temperaturas mais quentes liquefaz-se — ambos os estados são normais. A textura muda, as propriedades não.
Para que se usa o óleo de coco na cozinha
Uma das características mais práticas do óleo de coco é que aguenta bem o calor — o seu ponto de fumo é relativamente alto comparado com outros óleos. Isso torna-o versátil:
- Para saltear ou fritar a calor moderado, onde outros óleos se degradam mais cedo.
- Para cozinhar no forno — funciona bem como substituto da manteiga em muitas receitas.
- Para batidos, em torradas, ou uma colherzinha no café.
- Algumas pessoas usam-no também externamente, na pele ou no cabelo.
Como com qualquer gordura, o sensato é usá-lo com medida e dentro de uma alimentação equilibrada. Uma colher de sopa ou duas por dia podem ser uma quantidade confortável para começar.
Coco-10 Plus®: o óleo de coco da NaturalSlim
Na NaturalSlim trabalhamos com um óleo de coco enriquecido com coenzima Q10 (CoQ10), uma substância que o corpo produz de forma natural e que também está presente em alguns alimentos. O produto chama-se Coco-10 Plus®.
O Coco-10 Plus® está pensado como suplemento, não como óleo de cozinha. Para fritar ou cozinhar, o melhor é um óleo de coco virgem biológico de qualidade culinária, fácil de encontrar no supermercado.
Se está a considerar incorporá-lo, normalmente começa-se com meia colher de sopa por dia e aumenta-se progressivamente conforme a tolerância individual. As pessoas que se notam mais sensíveis às gorduras (o que na NaturalSlim chamamos um metabolismo "excitado" — ver o nosso artigo sobre os dois lados do metabolismo) costumam ficar-se por quantidades mais baixas.
O que o óleo de coco NÃO é
Por honestidade com quem nos lê: o óleo de coco não é um medicamento nem uma solução milagrosa. Não "cura", não "desintoxica" e não substitui uma alimentação equilibrada, descanso suficiente e movimento diário. O que é: um ingrediente com um perfil particular, versátil na cozinha, que muitas pessoas gostam de incluir na rotina.
Se quiser orientação personalizada sobre como integrar este — ou outro produto — na sua rotina dentro da abordagem NaturalSlim, na NaturalSlim Europe tem uma equipa de Consultores em Metabolismo Certificados à sua disposição.





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