Há pessoas que treinam com verdadeira disciplina — levantam pesos, esforçam-se, são constantes — e ainda assim sentem que os músculos não crescem como esperavam. Veem que a outros é mais fácil, e surge a pergunta lógica: o que estou a fazer mal?
A resposta de Frank Suárez nunca foi simplesmente «faça mais exercício». Para ele, o corpo não funciona à força bruta. O corpo funciona pelo metabolismo: pela energia, pelo equilíbrio e pela adaptação. Se quer desenvolver músculo, treinar com mais intensidade não basta por si só — convém perceber como se constrói o músculo, que papel desempenha o seu sistema nervoso e por que razão a forma correta de comer faz a diferença.
Frank contava que aprendeu grande parte disto com um mentor seu, o doutor Schenker, um biofísico que estudava o funcionamento interno das células, do sistema nervoso e do metabolismo. Daí surgiu uma ideia simples mas poderosa: para criar músculo, o corpo tem de estar em modo de construção, não em modo de desgaste.
O músculo cresce quando o corpo recebe a mensagem de reconstruir
Quando trabalha um músculo no ginásio, esse músculo sofre pequenos rasgões internos — microlacerações. Não é uma lesão grave: apenas pequenos desgastes que o esforço produz no tecido.
Aquela dor que muitos sentem no dia seguinte ao treino é o sinal de que houve trabalho muscular. E o importante, explicava Frank, é o que esse desgaste comunica ao corpo: reparar, substituir, reforçar. É aí que começa a construção.
O corpo está vivo — aprende e adapta-se. É uma das formas como sobrevive. Se um músculo é usado com mais intensidade, o corpo responde reforçando-o para lidar melhor com esse esforço da próxima vez. É por isso que o músculo se torna mais firme e maior.
Por outras palavras: o exercício cria a necessidade, mas o corpo precisa das condições certas para lhe responder. E é aí que entra o conhecimento.
Anabolismo: a função de construir tecido novo
Frank ensinava um conceito-chave para compreender tudo isto: o anabolismo. Anabolismo significa simplesmente construção — a criação de tecido novo. Quando alguém quer aumentar os músculos, o que procura na verdade é colocar o corpo em função anabólica.
Existe também a função contrária: o catabolismo, ou seja, o desgaste. Se o anabolismo constrói, o catabolismo destrói. E aqui está uma das chaves deste ensinamento: nem toda a gente constrói músculo com a mesma facilidade, porque nem todos os corpos funcionam com a mesma tendência metabólica nem com o mesmo tipo de sistema nervoso predominante.
Sistema nervoso passivo e sistema nervoso excitado
Frank rebatizava o jargão médico para que ninguém se perdesse. Em vez de «sistema nervoso simpático e parassimpático», falava de um sistema nervoso excitado (o acelerador) e de um sistema nervoso passivo (o travão). Segundo a sua explicação, esta tendência é hereditária e condiciona a forma como o seu corpo responde.
Uma pessoa com sistema nervoso predominantemente passivo pende naturalmente para a construção — para o anabolismo. Para esse corpo, desenvolver músculo costuma ser mais simples: o treino mais uma alimentação bem equilibrada são muitas vezes suficientes.
Uma pessoa com sistema nervoso excitado, pelo contrário, tem uma tendência mais catabólica — mais para o desgaste. Pode estar a treinar intensamente e, se o corpo estiver demasiado acelerado, esse mesmo corpo pode estar a desgastar tecido ao mesmo tempo que tenta construí-lo.
A lição é clara: não se trata apenas de treinar mais. Trata-se de ajudar o corpo a estar no estado certo para construir.
A forma de comer 2x1 para apoiar a construção muscular
Para emagrecer, o Sistema NaturalSlim® usa a conhecida Dieta 3x1®. Mas quando o objetivo é desenvolver músculo, o ensinamento que Frank partilhava do doutor Schenker apontava para uma proporção diferente: a abordagem 2x1.
O 2x1 consiste em compor o prato com duas partes de Alimentos do Tipo A e uma parte de Alimentos do Tipo E:
- Alimentos do Tipo A (os que ajudam a emagrecer): carnes, queijo, ovo, legumes e saladas.
- Alimentos do Tipo E (os que tendem a fazer engordar): uma porção de alimentos ricos em amido, como a batata ou a batata-doce — e, para quem os tolera bem, o arroz.
Porquê incluir uma porção de amido? Porque construir músculo exige muita matéria-prima e energia, e essa porção de hidratos de carbono naturais ajuda a dar ao corpo esse impulso. Frank era claro: isto não significa abusar dos hidratos de carbono refinados — demasiado pão, farinha, arroz, doces, com pouco exercício, acaba por criar gordura em vez de músculo. Entre os hidratos de carbono, o menos recomendado foi sempre o açúcar.
A proteína também é protagonista. É aqui que um bom aporte proteico encaixa no plano: a Metabolic Protein® C-Plus da NaturalSlim fornece proteína de qualidade, que contribui para o aumento e a manutenção da massa muscular e para a manutenção de ossos normais. É uma forma cómoda de reforçar a parte proteica da sua alimentação enquanto trabalha os músculos.
A gordura como combustível para construir
Um ponto que Frank sublinhava era a importância da gordura. Como explicava, formar meio quilo de músculo exige uma quantidade enorme de energia — na ordem das 40 000 calorias — face às cerca de 3 000 normalmente estimadas para meio quilo de gordura. A conclusão é simples: construir músculo custa muita energia.
Por isso, para dar ao corpo mais energia disponível durante esse processo, convém incluir uma boa porção de gordura e de proteína, a par dos legumes e das saladas, mais a porção de amido que sustenta o plano. Os legumes não se eliminam: fornecem as vitaminas e os minerais de que o corpo precisa como materiais para construir tecido. Não se trata de comer só carne ou só hidratos de carbono — trata-se de dar ao corpo os materiais e os sinais de que precisa.
O que fazer consoante o seu tipo de sistema nervoso
Se o seu sistema nervoso é excitado, vale a pena prestar atenção ao estado geral do corpo, não apenas ao treino e à comida. Um corpo demasiado acelerado torna-se mais catabólico, e nesse estado o progresso muscular pode ser mais lento mesmo enquanto treina.
Aqui, Frank recorria a dois minerais: o magnésio e o potássio. Ambos são nutrientes essenciais com funções oficialmente reconhecidas no corpo:
- O magnésio (MagicMag®) contribui para o funcionamento normal do sistema nervoso, para a função muscular normal, para a síntese proteica normal e para reduzir o cansaço e a fadiga.
- O potássio (Kadsorb™) contribui para o funcionamento normal do sistema nervoso e para a função muscular normal.
Se o seu sistema nervoso é passivo, a situação é mais simples: o seu corpo já tem uma facilidade natural para o anabolismo. O seu foco principal será treinar e equilibrar a alimentação nas suas três partes — proteína e gordura, legumes e saladas, e uma porção de amido. Com essa combinação, a construção muscular costuma acontecer com menos resistência.
Desenvolver músculo não é apenas treinar mais
A grande lição de Frank sobre este tema é que o músculo não depende apenas de fazer mais exercício. O exercício é necessário porque cria o estímulo — mas depois o corpo precisa de estar em condições de reconstruir: alimento, energia, proteína, gordura, minerais e vitaminas no nível adequado.
E, acima de tudo, precisa de compreender o seu próprio corpo. Se o seu sistema nervoso é passivo, tem uma facilidade natural para construir. Se é excitado, vale a pena assegurar-se de que o corpo não está demasiado acelerado e apoiá-lo com nutrientes essenciais como o magnésio e o potássio.
Não é culpa sua se até agora não via resultados: faltava-lhe simplesmente informação. Quando percebe como funciona o seu metabolismo, deixa de lutar contra o seu corpo e começa a trabalhar a favor dele.
Se quiser aplicar tudo isto dentro de um plano ordenado para o seu metabolismo, a NaturalSlim Europe tem uma equipa de Consultores de Metabolismo Certificados pronta a ajudá-lo. Pode começar por conhecer o programa pessoal da NaturalSlim e dar o primeiro passo com acompanhamento.
E como dizia Frank: «A Verdade… vence sempre!»




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